A Relevância da Auditoria em Condomínios

São avassaladoras as notícias televisivas abordando as fraudes constantes nos condomínios residenciais, com isso reacenderam-se os questionamentos acerca de como nós, na qualidade de condôminos, podemos agir diante de tamanha barbárie.

Não obstante, a crise política que degrada o país e expõem cruamente a corrupção na sua forma mais vil, que é a utilização do dinheiro público para fins pessoais, começamos a perceber que condutas semelhantes vêm sendo praticadas dentro dos nossos próprios condomínios.

A percepção acerca de a corrupção estar mais próxima de nós, faz com que pensamos mais proeminentemente sobre como o dinheiro dos condôminos vem sendo gerenciado, ou seja, questiona-se se ele  está sendo aplicado corretamente e se realmente os gastos realizados estavam de acordo com as necessidades.

As relações líquidas, correrias diárias, compromissos pessoais, busca de filhos na escola entre outras condutas que tornam o nosso dia-a-dia extremamente dinâmico, acaba nos afastando das preocupações quanto estas questões.

Essa falta de controle da vida financeira condominial, muitas vezes na mão de um síndico profissional ou até mesmo de um morador que não possuí uma organização financeira satisfatória, pode ocasionar a bancarrota do próprio condomínio.

Para tanto, torna-se necessário lançar mão de mecanismos de controle destes gastos, como já ocorre no setor público, por meio de Auditorias Independentes nas contas e balanços patrimoniais da maioria dos órgãos e entidades do Poder Público.

A auditoria não busca apenas imprimir confiança nas contas prestadas pelo síndico, mas também consolidar o caráter ético do mesmo, gerando credibilidade e excluindo indivíduos de índole duvidosa desse mercado.

Destarte, a auditoria não pode ser vista como um expediente a ser utilizado apenas pelos condôminos ou condomínios, mas também pelos próprios síndicos, no afã de projetarem probidez e lisura à sua imagem.

Atualmente não existe nenhuma obrigação legal para realização de Auditoria em Condomínios, mas sem dúvida existe a obrigação moral de implantação dessa cultura em nossos lares, não simplesmente para apontar fraudes, mas sim para demonstrar o quanto estamos preocupados com a transparência de todo tipo de Administração.

A lei existe e serve para todos, nós, Auditores e Advogados, estamos aqui para fazer cumpri-la, independente de quem for atingido pelo resultado.

Willian I. Reinaldo – Advogado

The television news addressing the constant fraud in condominiums residences are overwhelming, so the questions are rekindled on how we, as residents, we can act before such barbarity.

Nevertheless, the political crisis that degrades the country and starkly expose corruption in its basest form, which is the use of public money for personal purposes, we begin to realize that similar behaviors have been practiced within our own condominiums.

The perception of corruption is closer to us end make we think more prominently on the money of the shareholders is being managed, in other words, wonders whether the money it is being applied properly and actually the expenses were in line with the necessities.

Net relations, daily raids, personal commitments, search children in school among other behaviors that make our extremely dynamic day-to-day, end up moving away from concerns about these issues.

This lack of control of the condominium financial life, often in the hands of a professional liquidator or even a resident who does not possess a satisfactory financial organization, can lead to bankruptcy of the condominium itself.

Therefore, it becomes necessary to use control mechanisms of these expenditures, as already occurs in the public sector through Independent audits in the balance sheets and statements of most organs and Government entities.

The audit does not seek only print confidence in the accounts rendered by the liquidator but also consolidate the ethical character of the same, generating credibility and excluding individuals of doubtful nature of the market.

Thus, the audit cannot be seen as an expedient to be used only by the condominiums, but also by their own trustees, in his eagerness to project honesty and good faith their image.

Currently there is no legal obligation to perform audit in condominiums, but surely there is a moral obligation to implement this culture in our homes, not simply to point out fraud, but rather to show how much we are concerned about the transparency of all sorts of administrations.

The law exists and is for all, auditors and lawyers, we are here to fulfill it, regardless of who is reached by the result.

Willian I. Reinaldo – Advogado – Lawyer

Son avassaladoras las noticias televisivas abordando los fraudes constantes en las cargas residenciales, con eso reacenderam-si los cuestionamientos acerca de como nodos, en la calidad de los copropietarios, podemos actuar delante de tamaña barbárie.

No obstante, la crisis política que degrada el país y exponen crudamente la corrupción en su forma más vil, que es la utilización del dinero público para fines personales, comenzamos a percibir que conductas semejantes vienen siendo practicadas dentro de nuestros propios condomínios.

La percepción acerca de la corrupción estar más próxima de nodos, hace con que pensamos más prominentemente sobre como el dinero de los condôminos viene siendo gestionado, o sea, se cuestiona si él está siendo aplicado correctamente y si realmente los gastos realizados estaban en consonancia con las necesidades.

Las relaciones líquidas, correrías diarias, compromisos personales, búsqueda de hijos en la escuela entre otras conductas que hacen nuestro día-a-día extremadamente dinámico, acaba alejándonos de las preocupaciones cuanto estas cuestiones.

Esa falta de control de la vida financiera las cargas residenciales, muchas veces en la mano de un síndico profesional o incluso de un habitante que no poseí una organización financiera satisfactoria, puede ocasionar la bancarrota de las propias cargas residenciales.

Para tanto, se hace necesario lanzar mano de mecanismos de control de estos gastos, como ya ocurre en el sector público, por medio de Auditorias Independientes en las cuentas y balances patrimoniales de la mayoría de los órganos y entidades del Poder Público.

La auditoria no búsqueda sólo imprimir confianza en las cuentas prestadas por el síndico, pero también consolidar el carácter ético del mismo, generando credibilidad y excluyendo individuos de índole dudosa de ese mercado.

Destarte, la auditoria no puede ser vista como un expediente a ser utilizado sólo por los copropietarios de las cargas residenciales, pero también por los propios síndicos, en el afã de proyectar honestidad y lisura a su imagen.

Actualmente no existe ninguna obligación legal para realización de Auditoria en las cargas residenciales, pero a buen seguro existe la obligación moral de implantación de esa cultura en nuestros hogares, no simplemente para apuntar fraudes,o pero sí para demostrar lo cuánto estamos preocupados con la transparencia de todo tipo de Administración.

La ley existe y sirve para todos, nodos, Auditores y Abogados, estamos aquí para hacer la cumplís, independiente de quién sea alcanzado por el resultado.

Willian I. Reinaldo – Advogado

 

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