Auditoria Cooperativa

Businessperson Checking Invoice With Magnifying Glass

6 de julho de 2017

Em um país no qual a transparência da gestão pública tem sido assunto frequente na mídia, todos os setores, e principalmente aqueles sujeitos aos órgãos reguladores, têm se preocupado com a fidedignidade de suas demonstrações contábeis e financeiras.

E preocupados com esta transparência, cada vez mais aclamada, o Banco Central do Brasil-Bacen por meio da Resolução CMN 4.454/15 dispôs sobre a execução de auditoria no segmento de cooperativas de crédito, bem como determinou a constituição de entidade de auditoria cooperativa-EAC com habilitação específica para a realização desta auditoria, com base em requisitos mínimos para o credenciamento de acordo com cada categoria de cooperativa de crédito e das Centrais e Confederações às quais estejam vinculadas.

Cabe mencionar que o cooperativismo de crédito é movimentado diretamente pelo agronegócio, e a maior parte dos associados é produtor rural, exceto aquelas cooperativas de mútuo, ou seja, específicas de um órgão de classe, como policiais federais, juízes, policiais militares…

Neste contexto, o cooperativismo têm se estruturado e evoluído ao longo dos anos e hoje está alicerçado em dois grandes sistemas cooperativos, Sicredi e Sicoob, além de outros sistemas, e das chamadas “cooperativas solteiras”.

Uma coisa é certa: independente da categoria da cooperativa, da entidade cooperativa que for credenciada para executar a auditoria, cabe ao auditor deste segmento estar atento a todas as normativas e atualizações homologadas pelo Bacen, com vistas ao atendimento da regulamentação específica do setor cooperativo, bem como contribuir com a transparência das demonstrações contábeis e financeiras.

Aline Fagundes
Auditora Sênior
CRC-RS 075877-O/7
CNAI 4979

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